O que é a CCT?

A Comunidade de Combate Tático surgiu em abril de 2009, advinda da necessidade da simulação utilizando a ferramenta ArmA. Unificada a partir de diversos grupos que faziam parte do Coalizão Brasil, ou COBRA, a CCT começou com um contingente experiente e extremamente dedicado, buscando sempre o mais próximo possível de situações militares reais.

Claro que, a CCT foi um fator de união. Nem todos os membros se conheceram só quando a CCT começou, e a ideia da comunidade se divergiu com o tempo.

A CCT ainda busca o máximo do realismo, uma boa simulação, mas busca principalmente diversão.
Hoje procuramos amigos, e não soldados. Somos, além de tudo, pessoas também. Temos família, emprego, e responsabilidades, e isso uma hora ou outra iria afetar as jogatinas, que eram frequentes e longas (de 3 a 9 horas).

Na CCT hoje não existe mais patentes ou responsabilidades “militares”. Não existe um líder supremo nem um comandante geral nem nada disso (por isso é uma comunidade). Tudo é resolvido na base da democracia, e claro, do bom senso também. Um membro novo que queira comandar pode, desde que saiba. Estamos sempre a procura de pessoas interessadas em ajudar a movimentar a comunidade, com interesse em determinada função e com desejo de aprender, pois temos muitos experientes.

A CCT e o ArmA

A CCT foi criada com o pensamento de utilizar o ArmA não como um jogo, e sim como uma ferramenta. Com esse pensamento, a CCT alcançou renome mundial, sendo a única comunidade brasileira reconhecida oficialmente pela BIS. Dentre diversos prêmios, missões, módulos operacionais e estrutura de funcionamento até scripts feitos do ArmA 2 que foram implementados no ArmA 3, a CCT foi e é padrão para muitas outras comunidades hoje em dia.

Conhecidas como “Operações Corujão”, a comunidade se destaca no realismo elevado ao extremo em missões longas e demoradas, criadas pelos editores da comunidade, nas quais você tem somente uma chance. Caso seja abatido, boa noite e vá dormir. Não existe respawn, existe somente a confiança de que o médico consiga te tratar a tempo, de que ninguém quebre a patrulha e acabe denunciando a posição ao inimigo. Você se sente lá, sabendo que um erro ínfimo pode fazer você ir dormir enquanto seus amigos se divertem a noite toda, sabendo que tudo que você progrediu até agora naquela missão pode ser perdido em segundos, igual é com a vida. E uma missão que começava as 22h30 de um sábado e só terminava as 10h do domingo. Cautela, precisão e sincronia são chaves para se cumprir uma boa missão.

Hoje em dia, a CCT não consegue realizar este tipo de operação com frequência, justamente pelos motivos que foram ditos lá encima. Não há mais tanto tempo disponível, e é ai que entra o próximo tópico.

Como está a CCT em 2015?

A CCT nunca foi uma comunidade muito reclusa com seu conteúdo. E com esse pensamento, em 2011 quase 2012, tivemos a ideia do Arsenal Nacional, que basicamente tentava unificar os arsenais (ou repositórios de add-ons/mods e afins) de uma grande parte de grupos jogadores de ArmA do Brasil. Todos os grupos teriam o mesmo arsenal, podendo jogar em conjunto e realizar operações em larga escala. Na época, não conseguiu ser realizado por diversos motivos.

Mas, no final de 2014, após uma série de operações com outras comunidades intitulada de “Operação Mercúrio”, surgiu a oportunidade de se realizar o que havia sido visualizado antes. E assim formou-se a Zona de Combate.

A Zona de Combate é um local estruturado, com TS, servidores e site, disponível a todos os clans e grupos brasileiros que tenham a finalidade de realizar e participar de jogos em larga escala na série ARMA de forma desburocratizada, porém com seriedade e organização.

Na Zona de Combate, todos os clans/grupos participantes terão sua organização, identidade e privacidade conservada através da manutenção da sua estrutura organizacional (patentes, líderes, forma de jogar, etc) e através da divisão por clã/grupo das salas do TS único.

Explicado isso, a CCT é a casa-mãe do Zona de Combate, e portanto, a que mais tem responsabilidade. Temos que jogar bem e mostrar que jogamos bem, e organizados. Somos o exemplo.

A Zona de Combate conta também com o próprio modo de jogo homônimo, que é o cenário idealizado pela CCT ao longo de sua existência: simulação de guerra.

O modo de jogo Zona de Combate consiste em ter diversos servidores cuidando de uma única missão, montada para ser de grande escala, e editada para se tornar o máximo realista possível. É possível que, de uma progressão em uma cidade no topo de uma colina, você veja duas linhas de tanque combatendo de um lado, e do outro você veja uma equipe assaltando uma cidade repleta de insurgentes. E o mais interessante, ela é persistente. Tudo que acontece nela, fica lá. É gravado, ela não para nunca, e mesmo que não tenha nenhum jogador lá dentro, a inteligência artificial (neste, completamente modificada) continua trabalhando, de uma maneira menos “computadorizada” e mais “instintiva”, assim como nós, humanos. O combate é intenso, há muitas baixas (sim, aqui tem respawn sim) e a sensação de um combate real não sai da sua cabeça.

O modo de jogo Zona de Combate fica ativo 24/7 (exceto nas manutenções, né) e está aberto à qualquer participante de qualquer casa do Zona de Combate. Esse modo ainda conta com a seriedade esperada de cada casa participante, e esta dividido em diversos setores nos quais cada casa tem sua área de operação.